CRÍTICA DO FILME: CIDADES DE PAPEL

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Cidades de Papel, Ó! Cidades de Papel! Filme mais comentado dos últimos dias não é mesmo? Não apenas por John Green ser um furor teen mas, também devido sua rápida - porém significativa - passagem pelo Brasil - como eu fiquei com inveja das pessoas que tiveram a chance de ficar pertinho desse muso! - semana passada fui conferir Cidades de Papel na estreia! Peço desculpas por só vir postar a crítica agora (mas, gravei um vlog no dia da estreia bem legal - que em breve vai ao ar no canal do blog: youtube.com/c/acidamentesensivelblog que vai poupar o atraso! rs).

POSTAGEM LIVRE DE SPOILERS

Eu sou sincera em dizer, não li Cidades de Papel. Pelo menos não ele inteiro, li mais ou menos até a metade do livro então fui pega de surpresa como todo mundo no decorrer da trama.

Como o próprio trailer já entrega Cidades de Papel gira em torno da paixonite de Quentin por Margo. O filme inteiro é mostrando para gente o que o "Q" acha da Margo e por que ela é tão incrível assim.

Q e seus amigos partem em uma missão maluca de encontrar Margo que desapareceu de um dia para o outro. No meio dessa viagem todo mundo aprende um pouco mais sobre a vida e pensam nas escolhas que deverão fazer - já que todo mundo estava no último ano do ensino médio.



Porém o que era pra ser mais um filme clichê romantico para adolescentes, acaba sendo muito mais do que isso. De um jeito leve e com uma sensibilidade incrível vinda dos livros de John, Cidades de Papel nos leva a questionar o estilo de vida que levamos e sobre o que é o amor? O que é gostar de alguém?

Também nos ensina que muitas vezes a gente acha que gosta de alguém quando na verdade gostamos apenas da visão que temos dessa pessoal, que pode até nem ser real. Com um final surpreendente e inesperado aprendemos que a vida sempre continua e que nós mesmos devemos ser nosso próprio milagre, não esperar isso de outra pessoa.

Eu fiquei encantada com o filme e espero que você também fique, viu?

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