CRÍTICA DO FILME: A 5ª ONDA

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mais um filme adolescente yay!
SINOPSE: A Terra repentinamente sofre uma série de ataques alienígenas. Na primeira onda de ataques, um pulso eletromagnético retira a eletricidade do planeta. Na segunda onda, um tsunami gigantesco mata 40% da população. Na terceira onda, os pássaros passam a transmitir um vírus que mata 97% das pessoas que resistiram aos ataques anteriores. Na quarta onda, os próprios alienígenas se infiltram entre os humanos restantes, espalhando a dúvida entre todos. Com a proximidade cada vez maior da quinta onda, que promete exterminar de vez a raça humana, a adolescente Cassie Sullivan (Chloe Grace Moretz) precisa proteger seu irmão mais novo e descobrir em quem pode confiar.
A quinta onda conta a história de um futuro apocalíptico onde o mundo é dominado por E.Ts what? Isso mesmo. E.Ts mas, bem diferentes do que a gente tá acostumado.

Eles são exatamente como nós. 

As ondas são os acontecimentos que se sucedem depois que eles assumem o controle. A cada onda uma nova catástrofe.

O que desanima no filme são as tentativas estéticas de se assemelhar com os outros filmes do gênero. Em várias cenas você fica em dúvida se esta assistido Divergente ou Maze Runner por exemplo.



As atuações são medianas e a falta de carisma de Chloe dá sono. Não sei se devo culpá-la pela atuação ruim ou se a personagem era tão sem profundidade que a coitadinha não conseguiu fazer muito por ela.

O fato é que o mundo estava acabando e ela parecia estar muito mais preocupada com quem ficaria no final de tudo. Com o bonitão ou o bonitinho.

Vale o ingresso apenas para entreter, afinal ele não é de todo ruim. Apenas possui uma história central boa e que deveria ter sido melhor aproveitada. Os efeitos são tão meia boca que parece uma sátira.

3/5