Crítica do filme "A Luz entre Oceanos" (The Light Between Oceans)

3.11.16

A convite da Paris Filmes já conferimos "A Luz entre Oceanos"

LIVRE DE SPOILERS

Tom Sherbourne (Michael Fassbender) é um ex-militar que trabalha em um farol e mora em uma ilha isolada com sua esposa Isabel (Alicia Vikander). Eles passam anos tentando gerar um herdeiro, porém todas as tentativas acabam dando errado. Quando um barco aparece na costa de sua ilha, eles terão que tomar uma decisão que mudará suas vidas.

O filme dirigido por Derek Cianfrance e se passa na Austrália pós Primeira Guerra Mundial. Porém sem as legendas indicando o período, seria praticamente impossível de detectar, apesar de ser um importante fato na história.

Acompanhamos  a carreira de Tom desde o início, o vemos ser escolhido para cuidar do farol, conhecendo Isabel, se casando com ela e as consequências das escolhas que tomaram juntos. Por isso todo o começo do filme acaba se tornando um pouco pacato e a narrativa se torna muito longa. Em compensação o plot twist do filme vem e agita o enredo.


Michael (X-Men) entrega uma atuação sem falhas, ele consegue passar as emoções de seu personagem com apenas expressões e nos deixa mais uma vez impressionados com seu talento. No entanto quem realmente se destaca no longa é Vikander, a ganhadora do Oscar (Garota Dinamarquesa) interpreta uma Isabel transcendente. Passando por diversas fases de suas vida e muitos momentos difíceis, a probabilidade dela entrar na corrida pela estatueta novamente é grande.

A fotografia e a trilha sonora — não merecem palmas, e sim Tocantins inteiro — nos levam para lindos cenários. As praias da ilha, as tempestades, e até mesmo cenas simples, como uma conversa na cozinha, trazem um tom novo e envolvente.

Um filme longo, porém belo fará o telespectador deixar algumas lagrimas no cinema.

A trama estreia dia 03 de novembro nos cinemas brasileiros.

3,5/5

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