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01/03/2017

CRÍTICA DO FILME 'UM LIMITE ENTRE NÓS'


LIVRE DE SPOILERS

Troy Maxson (Denzel Washington) é um homem que gosta de contar histórias e as aumenta um pouquinho cada vez que as repete e mente ironicamente, divertindo sua família e seus amigos. E, apesar de seu temperamento alegre causado também por seu apreço à bebida alcoólica, ele é um homem que transborda preconceito, autocomiseração e intolerância. Troy é casado com Rose (Viola Davis) com quem teve seu segundo filho, Cory. 

Rose é uma dona de casa submissa, bem caracterizada para a época em que a trama ocorre, mãe também para o mais velho, filho de uma antiga namorada de Troy e que não mora mais com eles, o músico frustrado: Lyons. Ele defende que se não fosse negro, seria um jogador de beisebol reconhecido e famoso e proíbe Cory de treinar futebol e a aceitar uma bolsa de estudos para jogar futebol, por culpa desse pensamento. 


A história gira em torno da personalidade doente e confusa de Troy. De seus rancores e frustrações. De seus desejos e imposições. De suas vontades. Ele é um marido e um pai, responsável por levar comida à mesa e manter um teto sobre a cabeça de sua família. Raramente demonstra suas emoções a quem importa e conta lorotas como se fosse um pescador. E não percebe o quanto oprime sua esposa e filhos. O quanto seu egoísmo os afasta e o faz perde-los. A interpretação dos atores está impecável. Viola conquistou sua merecida estatueta do Oscar graças a sua atuação incomparável.

Principalmente de Mykelti como Gabriel, um ex-fuzileiro que sofreu sequelas de uma bomba que atingiu sua cabeça durante uma guerra. Ele interpreta um dos irmãos de Troy.

Troy nos passou esse sentimento contraditório de “bem maior” e egoísmo. Nos cabe perceber o quanto as relações humanas e familiares evoluíram e como as mulheres conquistaram espaço no Mercado de Trabalho e, principalmente, em seus próprios lares. 

Aos que adoram um drama familiar, carregado de erros, culpas e dores, não se arrependerão de assistir esse filme.

O longa estreia dia 02 de março nos cinemas.

4/5

Essa crítica foi escrita pela escritora e blogueira Mari Scotti
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