1.5.17

CRÍTICA DO FILME "NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI"


A nova comédia brasileira, "Ninguém Entra Ninguém Sai", se passa dentro de um conceituado motel, o Zeffiro's, quando surge a suspeita de que um vírus mortal está espalhado dentro do local as autoridades isolam o motel em uma quarentena com todos que estão lá dentro, pessoas de todos os tipos, jeitos e idades, e por se tratar de um motel, a maioria lá mentiu sobre onde estava, e de repente todos se veem presos por 40 dias.

Livremente baseado na pequena cronica "No Motel" - de Luis Fernando Veríssimo -, Ninguém Entra Ninguém Sai, mostra mais uma vez o que o brasileiro faz de melhor e faz com muito exito, que é comédia. 

Diferente das comédias mais recentes que muitas vezes tem investido em vulgaridade ou ofensas a diversas características das pessoas - como peso, cor e sexualidade -, o longa vem cheio de leveza para mostrar que não é preciso nenhum humor negro para arrancar muitas gargalhadas. 



O diretor Hsu Chien consegue no seu primeiro longa superar todas as expectativas e fazer com que, mesmo se passando dentro de um motel, o filme seja lúdico e não erótico. 

A juíza Letícia (Danielle Winits), a piriguete que quer casar Suellen (Letícia Lima) e a virgem de 40 anos Margo (Mariana dos Santos), são as principais mulheres da trama, e dão um baita show de humor, de carisma e até mesmo de romance e drama. Assim como a antagonista Francisca (Guta Streeser, conhecida por A Grande Família), a desequilibrada faxineira do motel que é uma atração a parte. 

Com participação de Paulinho Serra, Sergio Malandro e Sidney Magal, o elenco é a combinação perfeita para o roteiro que é leve e hilario. 

Ninguém Entra Ninguém Sai, estreia dia 4 de maio. 

   
                                                                         4/5

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