CRÍTICA DO FILME 'ANNABELLE: A CRIAÇÃO DO MAL' (ANNABELLE: CREATION)

17.8.17

Annabelle 2: A Criação do Mal conta a origem da boneca que já passou por outros filmes de terror, e por muitos pesadelos.

Doze anos após perder sua filha um artesão de bonecas, Sr. Mullins (Anthony LaPaglia) e sua esposa decidem transformar sua casa em um “orfanato” e receber garotas sem um lar. Mesmo sendo proibido, uma das meninas entra no quarto da falecida “Bee” e encontra a boneca que já conhecemos como Annabelle.

O filme dirigido por David Sandberg se passa em ritmo constante, nos dando pequenos detalhes a cada cena e construindo o desfecho aos poucos. O final não deixa pontas soltas e não da pra se perder na historia em nenhum momento.

Os efeitos, por vezes, pesam as cenas que poderiam ser mais simples. Apesar disto a trilha sonora consegue se encaixar perfeitamente com cada passagem, sempre trazendo um clima “sombrio” e misterioso, mesmo em partes leves da trama.


A atuação das atrizes mirins Talitha Bateman e Lulu Wilson impressiona e ofusca até os atores mais velhos e experientes da produção. 

Os cenários e figurinos sempre submetem a época tratada sem tirar as características individuais de cada personagem e cena.

Para os fãs da franquia que começou com “Invocação do Mal” em 2013: há uma tonelada de referencias aos outros filmes previamente lançados. 

Apesar de não trazer nada novo, Annabelle é um bom filme, pronto para dar uns bons sustos até aos amantes do terror. O longa estreia dia 17 de agosto.

4/5

*Crítica escrita por nosso colaboradora: Clara Marinho

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