30.4.18

Crítica | Desejo de Matar com Bruce Willis


Chicago está com altas taxas de homicídios e o doutor Paul Kersey (Bruce Willis) é o responsável por tentar salvar essas vidas. Porém, quando sua esposa Joanna Kersey (Elisabeth Shue) e sua filha Jordan Kersey (Camila Morrone) se tornam vítimas destes crimes, sua forma de ver o mundo muda. Ele começa a planejar sua vingança, matando todos que os responsáveis da sua perda.

A trama te prende e tem muita ação. Inclusive, um aviso para quem tem sensibilidade em ver sangue, o diretor não se preocupou em colocar filtros.

O roteiro é aceitavel e tem alguns momentos de drama e alívios cômicos, que o tio Frank (Vicent D’Onofrio) fica responsável. O Bruce Willis também está bem no papel, ele consegue fazer o espectador se emocionar no primeiro ato e se assustar com a sua mudança de personalidade nos outros atos. 


A grande revelação é a modelo Camila Morrone, que consegue nos surpreender na sua segunda atuação.

O filme é um remake de um longa de 1974. É possível ver alguns pontos parecidos com o anti herói da Marvel, Frank Castle/Justiceiro. Os dois buscam vingança contra os assassinos de sua família e só param quando conseguem.

O longa chegou a ser considerado racista afinal traz um homem branco matando jovens suspeitos em Chicago, que em sua maioria são negros ou latinos. Os ativistas ainda lembraram do caso do jovem Trayvon Martin, negro norte-americano, que foi morto pelo segurança George Zimmerman, em 2012, que atirou no garoto apenas por suspeitar.


Nota: 3,0/5
Distribuição:  Imagem Filmes
Estreia: 10/05

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