26.9.16

CRÍTICA DO FILME: MEU AMIGO, O DRAGÃO


A convite da Walt Disney nós já conferimos "Meu amigo, o dragão"

LIVRE DE SPOILERS

Um menino passa anos perdido em meio a uma floresta, onde cria laços com uma criatura, sem nenhum contato humano”. 

É, acho que todos já ouvimos uma história assim. Basicamente, esta é a premissa de Meu Amigo, o Dragão. Por muitos anos o Sr. Meacham contou às crianças da cidade histórias sobre um dragão que vivia em meio à floresta. A filha que trabalha como patrulheira florestal, sempre foi cética em relação aos contos do pai, até o dia em que encontra um garoto sozinho no meio da mata, que a faz ver tudo de outra forma.

Dirigido por David Lowery, entrega o que os estúdios da Disney fazem bem: filmes que cativam pelo otimismo e o poder da amizade. Meu Amigo, o Dragão trata de vários temas, como família e as consequências da ação do homem na natureza.


O grande problema é a previsibilidade do roteiro. Apesar de consistente, o enredo é clichê, mas este é um fator facilmente contornado se considerarmos que é um remake — o longa original é de 1977. Nada de ruim, entretanto, pode ser dito em relação ao visual: a fotografia e os efeitos CGI são impecáveis. A trilha também é muito propícia, dando o sentimento certo às cenas sem se tornar o foco da atenção.

O filme tende a agradar aos fãs dos grandes filmes juvenis das últimas décadas, principalmente se a previsibilidade da história for deixada de lado.


 "Meu amigo, o dragão" tem a estreia brasileira marcada para o próximo dia 29.

3/5

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