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Quando uma série está ganhando seu elenco a gente sabe que todos os personagens são testados por muita gente né? O caso é que é quase impossível imaginar outra pessoa no lugar da Lili Reinhart para interpretar a Betty. não é mesmo? Mas, isso quase rolou.

O showrunner da série Roberto Aguirre-Sacasa deu uma entrevista onde revelou que a Kiernan Shipka (atriz que fará a Sabrina em O mundo sombrio de Sabrina) quase foi escalada para viver a Betty:

Kiernan foi icônica na série e eu cheguei a pensar nela, tipo, ‘será que ela faria a Betty?


Comentou Roberto sobre a atuação de Kiernan em Mad Men durante uma entrevista para o site Entertainment Weekly.

E vocês teriam gostado da escolha? Vale lembrar que "O mundo sombrio de Sabrina" entra no catalogo da Netflix dia 26 de outubro.

fonte: Capricho

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Riverdale acabou de voltar para mais uma temporada, mas fã que somos claro que a gente sempre cria varias teorias sobre a série né?

Pensando nisso resolvemos listar as teorias mais bizarras que a gente já encontrou por ai, corre:


A nossa ansiedade para a estreia de"O mundo sombrio de Sabrina" só aumenta, e para deixar a gente ainda mais louco a Netflix liberou um vídeo onde a gente fica por dentro de detalhes sobre os bastidores da série.

Vale lembrar que ela entra no catálogo da Netflix dia 26, a mesma terá 10 episódios e todos eles estarão disponíveis dia 26.



Se você também está ansiosa para a estreia da série, corre no nosso canal que lá tá cheio de conteúdo sobre a Sabrina.

A Brasil Game Show, também conhecida como BGS, é uma feira anual de vídeo games, sendo a maior da América Latina. Todo ano os fãs de jogos eletrônicos se reunem no pavilhão da Expo Center Norte para conferir as novidades desse universo.

Além dos estandes de lojas de roupas, de eletrônicos, de periféricos e dos próprios jogos  que já são uma diversão por si só  há alguns estandes que também proporcionam diversão para o público do evento. Citamos aqui alguns deles que valem a pena conferir!

JUST DANCE
A atração reúne todos os anos diversas pessoas que são entusiastas do jogo - ou que apenas querem se dançar. Um ótimo estande pra proporcionar amizades e rir após um longo dia de feira.

CROKÍSSIMO
A marca de salgados oferece em seu estande jogos diversos. Uma ótima opção para os iniciantes ou para evitar as grandes filas de novidades.

FINI
No estande de guloseimas há um desafio para quatro pessoas, onde os jogos são aleatórios e com interação do público. Os jogadores ficam posicionados em cadeiras suspensas, onde quem perder é jogado em uma piscina de bolinhas.

PLAYPLUS
O estande oferece um desafio em parceira com o Escape 60, com a temática Terrores Urbanos. O que há dentro? Basta ir pra atração e conferir esse mistério.

PONTO FRIO - ARENA ARCADE
Talvez um dos melhores estandes deste ano. A loja proporciona várias maquinas de fliperama para os visitantes da feira, onde é possível jogar clássicos do gênero  que vão desde jogos de luta à jogos de basquete. As filas são rápidas, especialmente para os jogos multiplayer.

UOL GEEK
Oferecendo um desafio com prêmios, basta o visitante aguardar sua vez e entrar numa cápsula repleta de bolinhas. Quanto mais bolinhas pegar no tempo estimado, maior sua recompensa.

Tudo por um Popstar é o terceiro livro de Thalita Rebouças adaptado para o cinema. Após as produções de É Fada e Fala Sério,Mãe! a produtora Panorâmica investiu em mais uma história teen. Bruno Garotti, mesmo diretor de Eu Fico Loko e Amor.com, dá vida a história junto com Thalita Rebouças, que ajuda na criação do roteiro.

No filme acompanhamos Gabi (Maisa Silva), Ritinha (Mel Maia) e Manu (Klara Castanho), três amigas inseparáveis e muito fans da banda Slavabody Disco Disco Boys, que enlouquecem após descobrir que a boyband irá tocar no Brasil. O único problema é que os garotos irão se apresentar unicamente no Rio de Janeiro, e agora elas precisam convencer seus pais a bancar a viagem para capital. É nessa parte que Gi Lancellotti entra como Babette, a prima mais velha e meio louca de Manu, que tenta provar aos pais das meninas que é responsável o bastante para acompanha-las na viagem.

As três personagens principais funcionam muito bem juntas, a química das garotas é natural e traz mais dinâmica para o filme. Gi Lancellotti representa bem a prima meio desligada, resultando em momentos bem divertidos na história, principalmente na cena em que ela sobe no palco com a banda durante o show. Infelizmente, a boyband não tem tanta participação na história, com exceção de João Guillheme, que por o único brasileiro fica responsável pelas falas do trio todo. 


E ainda vemos Felipe Netto em uma interpretação meio que de si mesmo, pois ele dá vida a um YouTuber que odeia os Slavabody, e por isso decide fazer um concurso para presentear três dos seus inscritos com credenciais vip. Para participar, as meninas fazem um vídeo sobre o amor pela banda e conseguem os ingressos para o show, mas a partir daí os problemas só começam a aparecer.

Os clichês existem, como o trio de garotas malvadas e implicantes da escola. Alguma vezes as atuações podem parecer um pouco exageradas, mas de modo geral o filme brinca o tempo todo com a expectativa do público, fazendo com que muitas situações que pareciam fácies demais, se mostrem completamente diferentes. Duas cenas que envolvem efeitos especiais, são um pouco irreais e poderiam ter sido substituídas por outras alternativas mais coerentes para a história. Toda a ambientação do filme é muito bonita. Os quartos das meninas são repletos de posters, revistas e até versões da banda em tamanho real. Sem contar os figurinos, que representam perfeitamente a personalidade de cada um dos personagens. A trilha sonora ainda conta com uma musica composta pela Thalita Rebouças exclusivamente para a história.

Tudo por um Popstar é uma comédia leve e divertida, que apesar de um pouco exagerada, mostra a importância da amizade e acerta na representação do público mais jovem, que sabe muito bem como é todo o amor e a vida de um fã.

Nota: 3,5/5
Estreia: 11/10

Foi divulgada nova arte de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, a segunda das cinco novas aventuras do Mundo Bruxo de J.K. Rowling. A imagem traz o temido mago das trevas Gerardo Grindelwald com sua varinha na mão frente a Alvo Dumbledore, Newt Scamander e diversos outros bruxos.

No final do primeiro filme, o poderoso mago das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pelo MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Contudo, cumprindo sua promessa, Grindelwald fugiu da prisão e passou a reunir seguidores que, na maioria dos casos, desconheciam suas verdadeiras intenções: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não mágicos.


O longa "Jurassic World: Reino Ameaçado" estará disponível para compra nas melhores lojas a partir de amanha (10) nas versões DVD, Blu-ray e Steelbook. Com mais de UMA HORA de conteúdo extra,  incluindo os “Diários Jurássicos” de Chris Pratt, bastidores gravados no set.

Em Jurassic World: Reino Ameaçado, dirigido por J. A. Bayona (O Impossível, O Orfanato), com produção executiva dos titãs de Jurassic Steven Spielberg e Colin Trevorrow, Owen (Pratt) e Claire (Howard) retornam à Ilha Nublar três anos depois da destruição do parque temático Jurassic World, para resgatar os dinossauros da ilha, que sobreviveram a um catastrófico vulcão, que ameaça extingui-los novamente.

Owen quer salvar seu principal raptor, Blue, enquanto a missão de Claire é preservar as criaturas que ela aprendeu a respeitar profundamente. Quando a lava começa a jorrar, eles logo conhecem terríveis novas espécies de ferozes dinossauros, além de uma conspiração que pode pôr em risco o mundo todo.

DVD

Duração: 129 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos
Data de lançamento: 10 de Outubro de 2018
Preço Sugerido: R$39.90
Bônus: No set com Chris & Brice; O Reino Evolui; Ilha da ação; Nascimento do Indoraptor; Que comece o leilão; Morto por um dinossauro; Monstro numa mansão; Confronto do telhado; O regresso de Malcolm; A Evolução dos efeitos especiais; O Diário Jurássico de Chriss Pratt; Ver tudo; Vivian Baker Maquiadora; Mary Mastro Cabelereira; Chris Murphy, 1ºassistente de som; Dean Bailey Motorista de braço de filmagem; Peter Harcourt mergulhador; Daniela Pineda e Justice Smith, Atores; Jody Witshire, Assistente de Produção; Kelly Krieg, Supervisora Assistente de Roteiro; J.A Bayona Diretor; James Cox Dublê; Rachelle Beinart; Dublê; Chris Pratt, Ator. 


Blu-ray Simples

Duração: 129 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos
Data de lançamento: 10 de Outubro de 2018
Preço Sugerido: R$49.90
Bônus: No set com Chris & Brice - Vá aos bastidores com Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O Reino Evolui - A equipe discute como o segundo capítulo da trilogia Jurassic World coloca a franquia em uma nova direção. Ilha da ação - Uma olhada nos bastidores da cena do bunker e da sequência de fuga na girosfera. Nascimento do Indoraptor - Uma olhada na monstruosidade geneticamente desenhada, conhecida como Indoraptor. Que comece o leilão - Bastidores da cena do leilão. Morto por um dinossauro - Vá aos bastidores com o Indoraptor enfrentando um importante personagem Monstro numa mansão - O diretor J. A. Bayona discute como Jurassic Park e Drácula (1979) influenciaram sua forma de dirigir o monstro na cena da mansão. Confronto do telhado - Uma olhada no assustador confronto no telhado da Mansão Lockwood. O regresso de Malcolm - Bastidores com o primeiro e único Jeff Goldblum. A Evolução dos efeitos especiais - A equipe da ILM fala sobre sua afiada abordagem ao criar os dinossauros. O Diário Jurássico de Chris Pratt - Vivian Baker, Maquiadora; Mary Mastro, Cabelereira; Chris Murphy, 1ºassistente de som; Dean Bailey, Motorista de braço de filmagem; Peter Harcourt, mergulhador; Daniela Pineda e Justice Smith, Atores; Jody Witshire, Assistente de Produção; Kelly Krieg, Supervisora Assistente de Roteiro; J.A Bayona, Diretor; James Cox, Dublê; Rachelle Beinart, Dublê; Chris Pratt, Ator.

Steelbook em Blu-ray

Duração: Jurassic World: 124 minutos/ Jurassic World: O Reino Ameaçado: 129 minutos
Classificação Indicativa: 12 anos
Lançamento: 10 de Outubro de 2018
Preço Sugerido: R$ 99,90
Extras: Jurassic World: Cenas Excluídas; Visão de Chris & Colin Sobre JURASSIC WORLD; Os Dinossauros Vagam Novamente; Bem-vindo ao JURASSIC WORLD; JURASSIC WORLD: Acesso Livre; Uma Volta no Centro de Inovação com Chris Pratt Jurassic World: O Reino Ameaçado: No set com Chris & Brice; O Reino Evolui; Ilha da ação; Nascimento do Indoraptor; Que comece o leilão; Morto por um dinossauro; Monstro numa mansão; Confronto do telhado; O regresso de Malcolm; A Evolução dos efeitos especiais; O Diário Jurassico de Chriss Pratt; Ver tudo; Vivian Baker Maquiadora; Mary Mastro Cabelereira; Chris Murphy, 1ºassistente de som; Dean Bailey Motorista de braço de filmagem; Peter Harcourt mergulhador; Daniela Pineda e Justice Smith, Atores; Jody Witshire, Assistente de Produção; Kelly Krieg, Supervisora Assistente de Roteiro; J.A Bayona Diretor ; James Cox Dublê; Rachelle Beinart; Dublê; Chris Pratt, Ator.


Cuidado com possíveis spoilers quanto ao destino da série e suas personagens.

Na trama, protagonizada por Andrew Licoln, Rick Grimes acorda de um coma em um cenário apocalíptico – um mundo tomado pela destruição de uma praga que infecta humanos, tornando-os zumbis. Na busca por sua família e seus ideais, Rick se depara com diversos grupos e desafios – sendo o principal deles um fator externo aos acontecimentos: a produção da série.

Com escolhas questionáveis, é inegável que a qualidade da série não é mais a mesma desde sua terceira temporada – ou considerada por muitos até mesmo antes disso. Embalada em uma série de eventos repetitivos, a série tornou-se uma repetição de si mesma, em uma fórmula que tenta provocar o expectador, mas acaba por cair num marasmo inconsequente, onde até mesmo os fatores de choque não levam a mais nada.

Dito isso, a nona temporada pode ser considerada o seu maior desafio desde então. A saída de seu protagonista – na qual a escolha da saída do ator vem sendo divulgada há meses – provocou a escolha da série em se precipitar em dar um fim à uma personagem que ainda existe em seu material original – e que se faz necessário na série, mesmo que acabe tendo o mesmo arco dramático em toda temporada.

Embora tenha um elenco com atores notáveis, talvez seja Andrew Lincoln que faça The Walking Dead funcionar até hoje. Em seu trabalho, Licoln faz, sem qualquer estigma, com que sua personagem permita-se viver no caráter não maniqueísta e debatedor que é inerente à filosofia da série: o comportamento humano, sobretudo, o que se torna a definição de humano em um mundo em que a sociedade se torna questionável ou quase extinta. Em um ambiente deteriorado e ríspido, temos a possibilidade de vivenciar, seja de maneira estereotipada ou não, o nascimento de civilizações em meio ao fim das mesmas, em debates sociais, extraindo tudo o que o relacionamento entre humanos tem de melhor – e de pior.

Nesta temporada não seria diferente. Temos o embate entre três grupos sociais – o de Rick, o de Maggie e o de Negan, em que cada um busca dentro de seu ideal, no que espera que faça a sociedade prosperar novamente. A civilização começa crescer junto de suas desavenças. Alianças estão sendo feitas ao mesmo tempo em que outras começam a se romper – no qual o embate se centraliza em liderança e nas motivações de cada um.

Em seu primeiro episódio foi estabelecido este embate, mesmo que superficialmente, nas quais as subtramas serão responsáveis por criar o conflito central. Essas particularidades são um recurso normal em narrativas, entretanto vale ressaltar a importância dada. O enfoque temático foi totalmente no caráter nas questões quanto a liderança – nas consequências tidas até então, especialmente após a queda de Negan, autoritário e fascista, em contraste com a democracia questionável e egoísta de Rick e Maggie, que estão revendo suas prioridades ao mesmo tempo que tentam manter um equilíbrio em seu grupo – mas será que há paz em uma distopia?

A idealização do futuro prospero entra em conflito com os acontecimentos. Com foco nas personagens de Rick e Maggie, o enredo alterna por seus protagonistas onde surgem oportunidades para cada um apresentar e defender, superficialmente ou não, suas convicções. Nestas situações, as consequências geram o fruto da discórdia entre as personagens secundárias – será essa a escolha certa? Até onde um sacrifício ainda se torna válido?

O tom de mudança, questionamento e reformulação deve permanecer forte por toda temporada – mas que provavelmente será estabelecida apenas em sua segunda parte. The Walking Dead, novamente, tem a possibilidade de desfrutar do caos situacional em que as suas personagens estão inseridas. Mas após um episódio de estreia mediano e lento, resta apenas o questionamento sobre o que a série se tornará sem seu protagonista, e se mesmo com tantas possibilidades se será novamente uma repetição de si mesma, em uma ambientação nova, ou se finalmente surpreenderá.

The Walking Dead é exibido no Brasil pelo canal FOX aos domingos às 22h30.

Finalmente! As atrizes que irão interpretar as icônicas personagens Gladys Jones e Jellybean Jones foram reveladas. Gravamos um vídeo comentando sobre a escolha e o perfil das personagens, confira:



Riverdale volta dia 10 de outubro pela Warner Channel no Brasil.

A Imaginarium mais uma vez lançou uma coleção pra lá de maravilhosa inspirada no nosso bruxinho favorito. E a gente listou os mais legais pra vocês surtarem também.

A coleção começou a ser vendida no dia 1 de outubro e muitos itens já se encontram ESGOTADOS em grande parte das lojas físicas. A dica é você dar uma ligadinha na Imaginarium mais perto da sua casa e consultar se eles tem o que você gostaria ou se podem colocar seu nome na lista de espera (sim, em algumas lojas já está rolando até lista de espera!).

Você também pode adquirir os produtos no site da Imaginarium acessando aqui.


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Venom chega aos cinemas amanhã (4) mas, a gente já conferiu e contamos aqui tudo que a gente achou dele na nossa crítica livre de spoilers. Porém logo após o fim do filme - como já tão aguardado pelos fãs - temos as cenas pós créditos. E agora iremos te contar tudo que você vai ver nela.

*ALERTA DE SPOILER*

Após escolhas que podem ser consideradas intrigantes pelos fãs do material original, ficou a curiosidade pra saber qual rumo a franquia poderia seguir. 

Eddie Brock é convidado à visitar uma penitenciaria, onde irá entrevistar um psicopata, chamado pelo segurança de "Red", que pediu uma matéria sobre seus assassinatos.

Brock então entra na cela e é recebido com uma mensagem de boas-vindas escritas em sangue. Em poucas palavras, o vilão vai se apresentando até que então deixa evidente quem é, avisando que "Quando eu sair daqui, e isso vai acontecer, irá ocorrer uma carnificina."

Somos apresentados ao próximo vilão, Carnificina, interpretado por Woody Harrelson.

Nas HQs a origem da personagem acontece, resumidamente, quando Cletus Kassady, o serial killer, entra em contato com "restos" biológicos de Venom que ficaram em sua cela, se torna posteriormente o Carnificina, ficando ainda mais insano.

Eddie Brock (Tom Hardy) é um jornalista investigativo, que tem um quadro próprio em uma emissora local. Um dia, ele é escalado para entrevistar Carlton Drake (Riz Ahmed), o criador da Fundação Vida, que tem investido bastante em missões espaciais de forma a encontrar possíveis usos medicinais para a humanidade. Após acessar um documento sigiloso enviado à sua namorada, a advogada Anne Weying (Michelle Williams), Brock descobre que Drake tem feito experimentos científicos em humanos. Ele resolve denunciar esta situação durante a entrevista, o que faz com que seja demitido. Seis meses depois, o ainda desempregado Brock é procurado pela dra. Dora Skirth (Jenny Slate) com uma denúncia: Drake estaria usando simbiontes alienígenas em testes com humanos, muitos deles mortos como cobaias.

Somos enfim apresentados à um dos maiores vilões de Homem-Aranha. Embora a estética seja a mesma já conhecida dos quadrinhos, no filme vemos um Venom estruturado totalmente diferente, focado em um público mais jovem e que não conhece o personagem, optando para a fórmula divertida e despretensiosa dos saturados filmes de super heróis.

Talvez despretensão seja a melhor palavra para definir ‘Venom’ – o filme acaba se tornando agradável por não tentar construir um universo maduro e expansivo, focando na relação entre o simbionte e Eddie Brock. Entretanto, mesmo que eventualmente conquiste, de certa forma, a empatia do público, a forma como opta por construir seu enredo o torna problemático e desinteressante, começando por uma introdução ralentada em seu primeiro ato e em seguida recorrendo à uma objetividade absurda – um clichê já esperado em filmes de origem, que se torna a premonição de seu desfecho – podendo eventualmente te entreter, mas não oferece nada além de comicidade e boas cenas de ação.



Mesmo que sem fundamento, a ‘amizade’ entre Venom com seu hospedeiro acaba sendo o único proveito da trama, resultando em momentos inesperadamente peculiares. Embora a escolha em humanizar a personagem seja justificável, o feito acaba por descaracterizar a mesma de suas origens – onde as intenções da personagem permanecem desconhecidas, ou até mesmo inexistentes – consequentemente tirando qualquer possibilidade de embate entre as personagens, onde o conflito depende puramente de elementos externos – deixando a responsabilidade principalmente em Carlton Drake, um vilão caricato sem muito à oferecer.

Ainda assim Tom Hardy consegue trazer um equilíbrio entre tantos desfalques em que o projeto tenta justificar. Se de alguma maneira o filme se torna crível e apelativo ao público, foi pelo trabalho cativante do ator – mesmo que esse filme possa se tornar um marco negativo em sua carreira.

Embora seja um vilão criado puramente em computação gráfica – com um trabalho simples mas primoroso, especialmente em texturas e composição – as cenas em que vemos o simbionte são bem ambientadas e aproveitam a caça ao personagem tanto na sua construção como também na fotografia e principalmente na direção, realizada por Ruben Fleischer, que trabalhou previamente em filmes como ‘Zumbilândia’.

Infelizmente ‘Venom’ pouco se sustenta em seu próprio filme, onde apresenta um vilão em um projeto que não consegue aproveitar seu protagonista por temer o universo em que seu material fonte está inserido, desperdiçando seu potencial e sua possível existência em algo mais complexo e interessante. Com a capacidade de se tornar atípico dentro de seu gênero, infelizmente opta por entregar mais do mesmo – não se tornando memorável, e sim apenas um filme de fim de tarde de domingo.

E sim, temos uma cena pós créditos! 

Nota: 3/5
Estreia: 5/10


Cole Sprouse nosso Jughead em Riverdale, vai estrelar o filme "Five Feet Apart" como boa fã que sou reuni em um só vídeo todas as infos que a gente já tem sobre ele pra você fica ainda mais ansiosa para essa estreia.

Para conferir é só dar play!



"Nós nunca mais vamos nos ver!". Eu tive certeza. Você segurou mais forte minha mão e me puxou pra perto. Era difícil escutar com a música alta. "E quem disse?", foi o que você me perguntou enquanto eu tentava conter cada lágrima que ameaçava pular pra fora de mim. Eu precisava ir embora, e foi só o tempo de entrar no carro pra eu desabar. Minhas amigas sabem. Mas sim, aquela foi realmente a última vez. Você tinha algo importante pra me dizer, então me lembro bem da última coisa que eu te disse: "Me manda mensagem". Sim, essa mesmo, a que nunca chegou. Sem conversa. Sem explicação. Sem adeus. Só vários "E se?". E eu nunca descobri o que você tinha pra me falar.

Não é estranho? Como é possível desconhecer alguém tão fácil? Como n-ó-s pudemos nos desconhecer tão fácil? Eu me lembro muito bem das primeiras semanas e de como aquela droga acabou comigo. De como foi estranho e terrível saber de tudo sobre o teu dia e logo depois, de uma hora pra outra, não ter mais nenhum espaço nele. Porque mesmo depois de ir embora, você continuou aqui. Em toda parte, pra falar a verdade. Você era aquele pensamento inconveniente que invadia os meus primeiros pensamentos da manhã, aqueles de quando você ainda não acordou totalmente e não se dá conta de nada, até se lembrar em que dia da semana está.

E eu não tenho nem sequer ideia de onde você está agora. E essa é a parte mais estranha. Saber que alguém com quem você se importava tanto está por aí em algum lugar no mundo com outro alguém fazendo qualquer outra coisa que não seja se lembrar de você. Eu não sei se você continua no mesmo emprego ou se ainda saí no mesmo horário. Se usa o mesmo perfume ou se ainda acorda de bom humor todas as manhãs. Você ainda mora na mesma rua em que me levou naquela noite com seus amigos? Aquela em que subiu comigo no teu colo enquanto a gente ria como loucos por causa do álcool? Você se lembra disso? Se lembra da lista que pensamos com todas as coisas que iríamos fazer juntos? Se lembra de como juramos de dedinho no bar aquela noite que iríamos à praia no feriado? Só nos dois? E de quando você nos prometeu vários amanhãs, mais até do que podíamos contar?

Antes nem tínhamos noção da existência um do outro. Éramos dois estranhos. Totalmente desconhecidos. Não havia nada entre a gente. Faculdade, mesmo bairro, trabalho em comum...nada. O engraçado é que é quase como se tivéssemos voltado pro início. Se não fossem as fotos e os momentos com nossos amigos, poderíamos dizer que nunca nem sequer existimos juntos. Mesmo depois de termos existido tanto. Mas agora é como se eu tivesse dado meia volta na estação e voltado pra casa naquele dia. Mas eu fiquei.

E eu juro que te apaguei de tudo, de cada uma das minhas redes sociais. Se alguém tentasse te procurar agora, não encontraria nada. Apaguei até o teu número e todos os milhares de prints com as nossas conversas que duravam horas e horas, as vezes noites inteiras. Criei outras histórias em cada um dos lugares que passamos juntos e me desfiz de todas as fotos que eu olhava um milhão de vezes no dia. Te apaguei de tudo, menos da memória. E ainda me pergunto muito em como pôde ter se perdido no tempo o que ontem mesmo foi tanto. O último instante em que eu e você fomos "nós". O momento em que passamos do "Você é tudo" pra "Hoje não é mais nada, só lembrança".

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