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A convite da Marvel a nossa equipe já conferiu o filme mais esperado do ano, e estamos na dificil missão de listar somente 5 motivos para você ir agora mesmo conferir.

AVISO: Os motivos 3 e 4 podem conter spoilers do filme

1. Girl Power
A gente vê as maiores heroinas do universo Marvel juntas lutando umas pelas outras.

2. Tem o melhor de todos os nossos heróis favoritos
No longa os poderes de nossos herois são mais explorados, afinal eles estão em um clima bem tenso.

3. Temos o Peter Quill com ciúmes do Thor
Quando o Thor entra em cena Quill não consegue esconder seu ciúmes em relação a Thor e Gamora. O que nos rende momentos super engraçados.

4. Tem o homem aranha virando oficialmente um vingador
O momento é rápido e engraçadinho mas, o Stark finalmente dá sua benção e chama o Spider de vingador.

5. As cenas de luta são ótimas
O filme já se inicia com ação e todas as cenas de lutas são insanas e muito bem feitas.

A gente poderia ficar aqui o resto do dia listando motivos mas, para evitar liberar algum spoiler que estrague a sua experiência, iremos parar por aqui. E você? Já viu o filme? Conta pra gente suas expectativas.

Já liberamos a nossa crítica livre de spoilers do filme, para conferir acesse aqui.

Se você como fã quer saber se vale a pena ficar para a única cena extra do filme a gente já te adianta aqui o que acontece.

Caso você não queira saber spoiler, aqui vai a versão livre de spoilers de Guerra Infinita, ou seja, tem o spoiler do que é a cena extra mas, não tem do filme.

VERSÃO LIVRE DE SPOILERS DE GUERRA INFINITA

Vemos o que acontece na terra depois do que rola na trama do filme. Logo em seguida o Nick Fury chama a capitã marvel com seu "bipe"





VERSÃO COM SPOILERS:
Nick Fury é um dos "escolhidos" para morrer (assim como vimos nossos heróis favoritos morrendo no decorrer do final de Guerra Inifinita) mas, antes de morrer Fury manda um bipe para ninguém mais ninguém menos que Capitã Marvel.

No final de tudo aparece a seguinte frase: Thanos irá retornar

Guerra Infinita era de fato um filme que estava despertando um sentimento de desconfiança, será que iriam conseguir reunir um grupo de herois tão grande de forma coesa? Um dos principais desafios era sem dúvida conseguir dividir de forma satisfatrória o tempo de tela de cada um - o que não se vê em Guerra Civil por exemplo - mas, antes mesmo de começar de fato essa crítica eu tinha que ressaltar que sim, eles conseguiram.

LIVRE DE SPOILERS

O filme se passa após os acontecimentos de Thor Ragnarok, e vemos Thanos obcecado por trazer o equilíbrio para o universo, só que para isso ele precisaria dizimar trilhões de pessoas e ainda conseguir encontrar as 6 joias do universo.

A trama discorre um pouco sobre o que são as joias do universo, e onde cada uma delas está escondida. Também somos levados ao passado de Gamora que acaba ganhando destaque por ser uma das filhas de Thanos.


Outro ponto do filme é saber explorar o potencial de cada um dos heróis, nele conseguimos ver para o que cada um veio e entender de forma mais profunda suas habilidades já que todos são colocados em nível de risco extremo.

Um elemento chave do filme é trazer o lado humano de seus personagens, não somente na parte dos heróis, mas, também na parte do vilão. Ele consegue nos traduzir de forma clara as motivações de cada um deles.


A forma como eles conseguiram introduzir cada núcleo de personagens é fluida e corente, ninguém foi lançado fora de contexto e os ganchos estão ótimos.

Os efeitos estão satisfatórios e conseguiram dar um ar "crível" a trama, o humor como já era de se esperar estava presente mas, muito mais para dar um alivio cômico a trama tensa do que para ser de fato algo relevante - como nos outros filmes - o longa possui um roteiro que te faz rir, te faz chorar e consegue te prender desde os primeiros minutos.

Guerra Infinita não tem enrolação já começa com ação logo em seus primeiros minutos, vemos o empenho de cada herói para defender aquilo que acredita sem medir esforços.

Ouso dizer que o longa traz o melhor de cada heroi e nos deleita por quase três horas de filme com um ritmo frenético e avassalador.

TEM APENAS UMA CENA EXTRA.

PS: Os guardiões estão presentes com toda a sua glória e com sua soundtrack perfeita como sempre.
PS 2: Conseguiram nos dar um vislumbre um pouco maior de quão poderosa a Feiticeira Escarlate é.

Nota: 5/5
Distribuição: Marvel
Estreia: 26 de Abril

A trama traz a história da jovem River, uma adolescente que é a aluna nova do colégio e quer acima de tudo se enturmar por lá e escrever uma nova história para sua vida, porém tudo tem uma reviravolta quando ela conhece os Grace.

RESENHA LIVRE DE SPOILERS

A família Grace era uma das famílias mais poderosas e influentes da cidade, considerados praticamente celebridades pelos moradores. Era uma daquelas famílias que todo mundo queria saber tudo, e fazer parte de seu circulo de amigos, mas além disso todos da cidade achavam que eles eram uma família de bruxos o que aumentava ainda mais o frenesi e o mistério em torno deles.

River logo se encanta e se empenha em descobrir mais sobre a tal família. A narrativa de Laure é instigante e cheia de reviravoltas, toda vez que você acha que já matou a trama ela vem com uma nova cama de mistério que te deixa com os olhos fixados na leitura.

Foi um livro que me surpreendeu positivamente que eu fiquei desesperada torcendo por uma continuação, apesar da história ter se fechado bem a autora consegue fazer a gente se encantar pelos personagens de tal forma que sonhar com uma continuação é bem compreensível. PS: acabei de descobrir que ele vai ter sim uma continuação, viu?

Ouso dizer que o livro também traz certas reflexões sobre a adolescência e o quanto estamos dispostos a nos sacrificar somente para agradar os outros.

"Graça e maldição" conseguiu me agradar por ser um livro adolescente com uma trama inesperada e bem escrita.


NOTA: 5/5
EDITORA: Galera Record
ESCRITORA: Laure Eve



Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por andróides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos revelam uma ameaça.

*A partir daqui o texto contém spoilers da primeira temporada da série*

À convite da HBO Brasil, o Acidamente Sensível pode conferir o primeiro episódio da segunda temporada de Westworld, que inicia-se no mesmo ritmo selvagem e intrigante de sua predecessora. Entretanto, sem a intenção de resolver de imediato o que deixou em aberto – dando mais questões que respostas.

Não abandonando sua essência enigmática, o episódio não segue uma estrutura linear – algo inerente à série – para dar continuidade aos acontecimentos, alternando entre a cerimônia (passado) e o caos instaurado da revolução das máquinas (presente). As últimas falas de Ford, personagem de Hopkins, criam muitas possibilidades e teorias para o decorrer da temporada, que acabam por transparecer em alguns momentos do episódio. Os anfitriões fazem suas escolhas à medida que a narrativa – ou jogo – de Ford permanece viva em Westworld mesmo após a sua morte (que aparenta não ser definitiva).


Os detalhes – que são o grande triunfo da série – permanecem. Em seus diversos núcleos e histórias paralelas podemos vivenciar uma experiência anárquica não utópica de forma primorosa e ambiciosa, sem a criação de maniqueísmos e sim colocando em debate o conceito de humanidade, onde escolhas e instintos acabam por se tornar uma linha tênue em meio ao sangue e anarquia que ditam o tom do episódio.

Nos 50 minutos ainda não conseguimos vislumbrar o mundo que Westworld pode e deve oferecer em seus próximos episódios – como o misterioso Shogun World, mas podemos degustar a ideologia e conflitos acerca de seus personagens e das consequências de caráter intrínseco de uma revolução.
Westworld retorna neste domingo, 22 de abril, às 22h na HBO


Por já terem te feito acreditar muito no contrário, por já terem ido embora antes e logo depois de novo e então mais uma vez, por te fazerem se perguntar se acordar com a cama vazia do outro lado é tão bom assim, porque você não consegue entender. Por já terem te feito esperar quarenta minutos por alguém que nem se lembrou de acordar naquele dia ou ter o coração a mil olhando desesperadamente o celular à procura daquela mensagem que nunca chegou. Por terem achado exagerado demais aquele bilhete que você escreveu com tanta vontade e decidiu entregar na quarta à tarde. Por todas as músicas compartilhadas mas nunca ouvidas de verdade e pelos incontáveis olhares recusados. Por você. Por você. Por você. Só por você.

Pelo quase. Quando o universo pareceu ter te entregado o que sempre pediste e então como quem muda de ideia rápido demais simplesmente achou que bom mesmo era dar mais alguns passos pra trás. Quando o amor disse "oi", mas então o adeus, que não aceita perder de ninguém resolveu dar um "oi" também. Pelo tempo que perdeu tentando provar o quão interessante era sua playlist do Spotify ou como todas as recordações incríveis das viagens que fez por aí nem cabem mais dentro da caixa. Por todas as horas com o coração na mão esperando os dois tiques azuis na conversa ou o "digitando..." tão raro à essa altura do campeonato. Por você, que pensou já ter esgotado todas as oportunidades e usado cada uma das chances extras também. Que já chega imaginando o modo como vão ir embora. Porque eles sempre vão.

Por você, de quando chorou lendo aquele poema que pareceu se encaixar tão bem em cada parte sua ou daquele mês de abril em que tudo começou tão bem antes de desmoronar que você pôde até sentir a sintonia perto o bastante pra te fazer tentar um pouco mais. Quando aquele sorriso pareceu querer ficar no outro dia. Quando você quis que ele ficasse, mas aí ele parou de sorrir. Por todas as vezes que seu coração pareceu quebrar de tantas tentativas falhas ou quando ponderou a possibilidade de fechar a porta de uma vez por todas, pra quem sabe evitar visitas apressadas. Pra todas as vezes que você se perguntou pra onde eles vão com tanta pressa. Por que vão com tanta pressa quando você só pediu calma?

Por você, que já viu tantas idas que pensa ser feito de passagens. Que ainda se lembra do cheiro fraco do perfume mesmo quando ele começa a desbotar e ainda escuta o som da risada como uma música que repete no fone de ouvido por dias seguidos. Por todas as vezes que se perguntou porquê o desapego parece nunca ter feito parte do seu repertório ou o que é preciso pra mudar isso o mais rápido possível. Pra você que ainda acredita nas palavras bonitas mesmo que não as tenha escutado tanto quanto gostaria, que já disse muitas delas e mesmo assim o silêncio veio como resposta despretensiosa. Por cada choro contido, por todas as vezes que a garganta fechou e pareceu nunca passar e por cada pensamento que teimou em ir embora.

Por você, que já tentou tanto e mesmo assim, escolhe correr o risco mais uma vez porque sabe que o amor é um jogo de sorte e que não dá pra ganhar sempre. Por se agarrar a esperança com tanta força que seria possível vencer uma maratona com tanta vontade. Daquela vez que sentiu tanto que pensou que o coração iria explodir. Por todas as vezes que voltou a acreditar em boas histórias, e jurou fazer as suas também. Por já ter criado muitas delas mesmo não se lembrando disso sempre. Por saber que os capítulos ainda não acabaram, por mais definitivos que eles possam parecer. Por você, que merece alguém não porque a reciprocidade é uma recompensa alcançada depois de muitas lágrimas silenciosas na madrugada ou de todos os desejos desesperados no meio da noite, mas simplesmente porque uma coisa incrível assim, jamais deveria ser algo pra poucos.

Anna Todd volta ao Brasil para participar da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 03 e 12 de agosto de 2018, no Anhembi. No dia 05, a escritora participará de um bate-papo sobre os livros Nothing More e Nothing Less, recém-lançados pela editora Astral Cultural. A autora ainda irá promover a sua nova trilogia The Brightest Stars, também da Astral Cultural e com lançamento previsto da primeira obra para setembro deste ano.

Durante os 10 dias de Bienal do Livro, os visitantes poderão ter contato com autores, em bate-papos e palestras exclusivas. Além de Anna Todd, já estão confirmados: Victoria Aveyard (11/08), autora da série "A Rainha Vermelha"; Soman Chainani (10/08), da série "A escola do bem e do mal"; Yoav Blum (07/08), de "Os criadores de coincidências"; e, Lauren Blakely (05/08), de "Mister O".

O evento reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras brasileiras, além de players internacionais. Contará com uma ampla programação cultural, em espaços temáticos exclusivos, e receberá, ainda, importantes autores nacionais e internacionais.

Que vocês amam e conhecem Riverdale a gente já sabe, mas será que vocês sabiam que Riverdale é inspirada nos quadrinhos da Archie Comics? Assim como seu spin-off sobre a Sabrina Spellman que em breve vai sair na Netflix.

Pois é, pensando nisso a gente criou um vídeo contando um pouquinho da história da Archie Comics, confiram:



Eai, gostaram do vídeo?

O longa aclamado pela crítica, "Me chame pelo seu nome" recebeu 4 indicações ao Oscar, entre elas Melhor Filme, Melhor ator com Timothée Chalamet, Melhor Roteiro Adaptado, categoria na qual foi o vencedor, e Melhor Canção. E para os apaixonados pela trama a boa notícia é que ele já chegou em dvd e bluray e está a venda nas melhores longas.

Para quem ainda não conhece a história, ela traz  Elio Perlman (Timothée Chalamet), um garoto ítalo-americano de 17 anos, que passa seus dias na casa de campo de sua família, datada do século 17, preguiçosamente transcrevendo música e flertando com sua amiga Marzia. Um dia, Oliver (Armie Hammer), um charmoso pesquisador americano de 24 anos, que está fazendo doutorado, chega na cidade para trabalhar como estagiário de verão encarregado de ajudar o pai de Elio (Michael Stuhlbarg), um renomado professor especializado em cultura greco-romana. Em meio ao esplendor ensolarado desse cenário, Elio e Oliver descobrem a beleza inebriante do desejo despertado ao longo de um verão que mudará suas vidas para sempre.


DVD Colorido 
Duração: 132 minutos
Preço sugerido: R$ 39,00
Data de lançamento: 18 de Abril de 2018
Bônus: Comentário em Áudio; Imagens da Itália: A Produção de Call Me by Your Name; Em Conversa com Armie Hammer, Timothée Chalamet; Michael Stuhlbarg & Luca Guadagnino; Trailers

Blu-ray Simples 
Duração: 132 minutos
Preço sugerido: R$ 49,90
Data de lançamento: 18 de Abril de 2018
Bônus: Comentário em Áudio; Imagens da Itália: A Produção de Call Me by Your Name; Em Conversa com Armie Hammer, Timothée Chalamet; Michael Stuhlbarg & Luca Guadagnino; "Mystery of Love" - Vídeo Musical de Sufjan Stevens; Trailers

Já pode preparar o bolso e o coração. Outro astro que faz a gente suspirar acabou de confirmar sua vinda ao Brasi.

Gregg Sulkin conhecido por seus personagens nos seriados "Faking It", "Feiticeiros de Waverly Place" e "Runaways" virá ao Brasil ainda esse ano para conhecer seus fãs.

O astro vai participar de uma convenção para fãs no evento os fãs poderão tirar fotos, participar de um encontro com ele, pegar autógrafos e participar de uma sessão especial de perguntas e respostas com o ator. A convenção vai rolar em São Paulo no dia 13 de outubro, e 14 no Rio de Janeiro. Os valores dos ingressos e locais serão divulgados em breve.

Aos que estavam com saudades de ver o maravilhoso Ian Somerhalder nas telinhas, podem respirar bem novamente. O astro de The Vampire Diaries foi confirmado como ator e diretor da mais nova série da Netflix, V-WARDS, e o melhor, vamos poder vê-lo revivendo o mundo vampiresco.

De acordo com o site Deadline, Somerhalder será o Dr. Luther Swann que irá adentrar neste mundo após uma doença misteriosa transformar seu melhor amigo, Michael Fayne, em um predador que se alimenta de sangue humano. Conforme a doença se espalha e mais pessoas são transformadas, a sociedade se fragmenta colocando as pessoas normais contra o número crescente desses novos "vampiros". O personagem de Ian, Luther, tem que correr contra o tempo, enquanto Michael se torna o líder oculto dos vampiros.

Baseado no livro homônimo de Jonathan Maberry, a primeira temporada terá 10 episódios mas ainda sem previsão de estréia.

E ai ansiosos para mais um vício vampiresco?

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O mais novo longa do diretor José Padilha, foge das convenções em tratar de temas nacionais como corrupção e política. Nesta nova empreitada o diretor trata de temas que causam estranheza ao público brasileiro, terrorismo e Oriente Médio. Com uma equipe predominantemente estrangeira, o toque brasileiro fica por conta da trilha sonora de Rodrigo Amarante, da banda Los Hermanos, parceiro de Padilha no seriado Narcos, Lula Carvalho na fotografia e Daniel Rezende na montagem. 

Os destaques da produção são os atores Daniel Bruhl e Rosamund Pike, reconhecidos e acalmados por suas carreiras e que arrematam a produção do brasileiro.

"Quem tem o direito de usar essa palavra? (Terrorismo) ”

Produções que retratam o conflito no Oriente Médio tendem a retratar a posição militar e sua visão, em 7 Dias em Entebbe retrata a visão dos terroristas e dos sequestrados, além dos bastidores da operação militar.

Baseado em uma história real e em um livro do inglês Saul David. Relata o sequestro do voo da Air France de Tel-Aviv à Paris, que foram forçá-los a poucas em Entebbee, na Uganda. Os passageiros judeus foram mantidos reféns para ser negociada a liberação dos terroristas e anarquistas palestinos presos em Israel, na Alemanha e na Suécia. Sob pressão, o governo israelita decidiu organizar uma operação de resgate atacar o campo de pouso e soltar os reféns.

Utilizando de metáforas, o diretor utilizou como artimanhas diferenciadas para a realização do projeto. A coreografia das cadeiras, dança israelita com roupas ortodoxas, movimentos que remetem autoflagelação, alguns bailarinos começarem a retirar os trajes e outros não, os que não tiram ficam desfalecendo das cadeiras, como uma metáfora de que enquanto não tiram as vestes ortodoxas não são capazes de se libertarem. Outra dança, utilizada como metáfora, consiste em uma pessoa que fica correndo em uma esteira e nunca chega a lugar nenhum, relacionando com as tentativas de paz no Oriente Médio.

Mesmo o foco do longa não sendo o ordinário das produções do diretor, os assuntos corrupção e violência não faltaram no bate papo. Como tratada em produções anteriores, essa corrupção não é algo que ocorre de vez em quando, mas uma prática que sempre existiu.

“Corrupção é de esquerda e de direita. ”

Padilha não deixou de comentar a execução da vereadora Marielle Franco, morta a tiros na quarta feira (14). O diretor cita:

“Vejo um processo recorrente, assassinato silencioso de milhares de pessoas... polícia despreparada, corrupta e violenta, o próprio Brasil produz policias violentos. ”

E ainda complementa:

“Violência não é sinônimo da pobreza. ”

Baseado em fatos, o filme dirigido pelo brasileiro José Padilha relata os acontecimentos de julho de 1976, quando um voo da Air France de Tel-Aviv à Paris foi sequestrado e forçado a pousar em Entebbe, na Uganda. Os passageiros judeus foram mantidos reféns para ser negociada a liberação dos terroristas e anarquistas palestinos presos em Israel, na Alemanha e na Suécia. Sob pressão, o governo israelita decidiu organizar uma operação de resgate atacar o campo de pouso e soltar os reféns.

Embora traga uma trama supostamente interessante, envolvendo o conflito longínquo palestino-israelense, o filme se torna monótono, onde os conflitos não são suficientes pra criar a atmosfera que Padilha tenta construir, mas acaba por falhar num projeto que não acompanha seu diretor. Essa frustração também está presente no elenco, que assim como Padilha, são bem sucedidos em suas funções, entretanto vão de embate com uma narrativa e objetividade (quando se trata de seus personagens) que não os favorece.


O drama do filme flui entre diversos pontos de vista, mas focando essencialmente em dois: sequestradores e as autoridades. Essa fragmentação dos relatos contribui negativamente para uma construção psicológica maior dos personagens, que muitas vezes demonstram um caráter mais arquétipo por sua abordagem limitada e apressada, entretanto consegue um feito positivo quando propõe a humanização (especialmente ao se tratar dos sequestradores), propondo – mesmo que superficialmente – uma empatia ao não determinar culpados, não dando espaço pro maniqueísmo. O filme debate o caráter político-social, até mesmo religioso, inerente à situação sem defender ou apresentar justificativas, se atendo unicamente aos acontecimentos vividos durante aquela semana. Conseguindo apresentar de maneira sucinta a complexidade envolvida no evento, mas não ao ponto de se tornar didático.

7 dias em Entebbe’ é um filme sobre negociação, ao ponto que esquece de possibilitar qualquer recurso na narrativa que propicie uma escalação por se ater justamente em seu objetivo: relatar os acontecimentos. O que fica evidenciado ao criar uma humanidade, mas não ao ponto de criar uma ligação entre os personagens e público, consequentemente causando um distanciamento da obra. Embora a montagem do filme aliada ao trabalho de Padilha junto da trilha sonora tente por diversas vezes criar uma oportunidade de crescimento, os poucos momentos se dão pelas cenas de ação e no clímax, mas que num todo não causam um impacto significativo, levando o trabalho do brasileiro ao caminho da padronização gênero.

Citando o clímax, um dos maiores momentos do filme se dá neste momento por meio de uma metáfora – onde, intercalada com a ação dos militares – vemos uma apresentação de dança contemporânea, possibilitando um alívio, mesmo que reflexivo nos paralelos ali sugeridos, em um filme pragmático.

A produção é uma junção dos fragmentos de relatos e, por esse feito, se atém fielmente a eles sem se preocupar em criar uma narrativa cinematograficamente interessante, optando por uma visão documental, onde os aspectos técnicos não conseguem liberdade para uma trama exponencialmente dramática que cative o expectador da maneira que propõe em seu primeiro ato. Ainda assim, os elementos que Padilha trás consigo acabam por manter uma expectativa, por mais tímida que ela permaneça, em um filme apático e sem surpresas.

Nota: 2,5/5
Estreia: 19/04

Criada por Ryan Murphy – conhecido por seus trabalhos populares como American Horror Story e Glee, Brad Falchuk e Tim Minear   a série 9-1-1 relata diversos casos de emergências vivenciados por policiais, paramédicos e bombeiros onde os mesmos equilibram os dramas da profissão e da vida pessoal.

Em seu primeiro episódio, somos apresentados resumidamente aos personagens que, embora de certa forma tragam consigo tramas interessantes, ficam no limite do estereótipo resultando em uma estrutura clichê. Especialmente por serem retratados como tipos, que acaba por facilitar ao público compreender a essência geral dos personagens, entretanto resulta numa construção mais rasa dos mesmos. Embora seja uma problemática em seu piloto, os personagens não ficam totalmente comprometidos. O roteiro ainda permite que o público crie empatia justamente por sua simplicidade, e por seus diálogos e relações que permitem expandir esse universo – tanto em seus dramas pessoais e em como lidam com as adversidades de suas profissões.

A trama flui de maneira dinâmica, relatando os casos de maneira objetiva e intensa focando sempre no aspecto pessoal, seja de quem está na situação ou de quem acaba por adentrar na mesma. Essa pluralidade torna a série mais distinta dentro de seu gênero, permitindo degustar de forma mais vívida a rotina desses profissionais, focando unicamente quesito emergencial que envolve a profissão. Essa escolha faz com que os acontecimentos explorados tenham um aspecto mais diluído, atrelado especialmente ao ritmo ágil da série. Não sendo necessariamente um fator negativo, mas essa singularidade na forma híbrida em que as profissões são retratadas pode causar uma estranheza.


Mas a ousadia de Murphy não é algo negativo. É impossível ignorar sua a presença na série, onde sua personalidade se faz presente forma clara especialmente em seus aspectos técnicos – seja na direção ou na estrutura dramática do roteiro. Aos fãs de seu trabalho, há alguns rostos familiares tais como Angela Bassett e Connie Britton.

A direção consegue manter a surpresa e também o interesse durante todo o desenvolvimento inclusive nas emergências mais cotidianas. Conquistando facilmente o público com seu ritmo em uma fórmula muito bem executada, por mais que os erros citados se façam presentes.

9-1-1 tem potencial pra ser um procedural presente por muitos anos, oferecendo dramas interessantes de maneira ávida e com um ritmo instigante. A série, que estreia dia 26 de abril às 22h15 no canal FOX Life aqui no Brasil, está no ar desde janeiro nos Estados Unidos e já foi renovada para uma segunda temporada.

Nota: 3,5/5
Distribuição: Fox

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